Galerinha Fashion,
Sabem que estou en-lou-que-ci-da com tanta informação de moda, passeando nos corredores fashion o tempo inteiro e que depois vou fazer um resumão de tudo o que vi e ouvi pelo Fashion Rio, ok?
E, por causa disto, infelizmente ainda não consegui passar lá no Rio-a-Porter, mas acabo de receber, fesquinha, estas dicas da Aproach, assessoria de imprensa do evento, e quero dividir com vocês, a conferir abaixo:
A proximidade do
Rio+20 tem despertado a consciência ambiental/sustentável também no ramo
da Moda. Boa parte das marcas que estão apresentando suas coleções de Verão no
Rio-à-Porter investiram em atitudes sustentáveis em suas produções:
·
A Natural Cotton Color, grupo da Paraíba
que trabalha com algodão naturalmente colorido, desenvolvido pela Embrapa, vai
apresentar no evento a coleção ‘Eco-nomica’. Por conta da forte seca que atinge
o Nordeste, a marca investiu ainda mais no reaproveitamento de materiais e
tentou evitar ao máximo o desperdício. A coleção traz peças com aplicações de
tecidos e modelagens mais ‘secas’. A Natural Cotton Color apostou
em roupas que não precisam ser passadas, uma maneira de economizar energia e
reuniu um grupo de 60 agricultores familiares, localizados em um assentamento a
cerca de 150km da capital, que ficaram responsáveis pelo plantio da
matéria-prima ecologicamente correta. A marca espera um crescimento de
30% nas vendas em relação ao salão passado.
·
A designer de jóias Silvia Blumberg vai
lançar duas coleções um tanto inusitadas. A primeira, batizada ‘Fruti Shake
Carioca’, reunirá peças feitas da mistura de resíduos de sucos de morango e
maracujá. Eles são misturados a pedras preciosas, prata reciclada e materiais
garimpados em canteiros de obras como cimento, pirita e pó tijolo dando lugar a
anéis, cordões e brincos. Já a outra coleção, intitulada ‘Bic Chic’, terá a
mistura de cimento branco, topázios azuis e... restos de caneta Bic!
·
Pós graduada pela PUC-Rio, a designer Elisa
Paiva vai apresentar uma coleção feita com micro lâmpadas. A ideia surgiu
no último ano de faculdade, durante o desenvolvimento do projeto final: a ideia
era falar sobre a origem da vida através de peças feitas com cápsulas. Em uma
visita ao mecânico, Elisa descobriu as pequenas lâmpadas usadas em lanternas de
carros. Fez um então, um acordo com o mecânico para coletar as lâmpadas
queimadas e que seriam descartadas. O resultado são pingentes e colares
inusitados.
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Patricia Poeta adere aos lindos brincos da Silvia Blumberg |
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A
designer de jóias Márcia Mór, do Pólo Jóia Carioca, vai apresentar no
evento duas peças inusitadas. A primeira, batizada de anel Escargot, tem como
matéria-prima a concha do escargot, garimpada nos principais bistrôs e
restaurantes franceses do Rio. A peça custará em torno de R$ 460. Já a
inspiração para os brincos veio da tribo indígena Caiapó, do alto do Xingu. As
peças são feitas a partir do Ulurí, cinto que as mulheres da tribo passam a
usar após a primeira menstruação e que simboliza que elas estão prontas para
ter filhos. O material foi cedidos pelos índios à designer.
·
A JS, da designer
Julieta Sandoval, aposta na reciclagem de
papel lançando quatro novas linhas de acessórios nesta edição do RAP: ‘Klimt’,
com detalhes em dourado; ‘Suminagayi’, técnica japonesa que mescla tons de
azul; ‘OP Art’ (anos 80) e seu silk exclusivo e a de jeans tricotado, com
bolsas e carteiras customizadas. Pela primeira vez a marca lança seu silk
estampado próprio associado a um mix de materiais e texturas. A designer aposta
no preto e branco e nos detalhes em cores fortes.
Já a Monica Krexa
lança peças na versão dourada do alumínio, ecologicamente tingido, sem
abandonar a sua matéria-prima na versão original. “No Brasil se aposta muito no
dourado e chegou a hora de atender a essa demanda crescente. Buscamos um
tingimento de qualidade e com responsabilidade ambiental”, explica Krexa. São
brincos, anéis, braceletes e adereços de cabeça, além das bolsas e carteiras em
lona e em couro sintético e ecológico. Outro destaque está o uso de pedras nas
peças. Há colares em madrepérola.
·
A Azaí Biquinis
aposta numa coleção em lycra cirrè, que modela as curvas e dá um efeito de
couro na peça. A marca utiliza como matéria-prima a lycra tecnológica. Saídas
de praia e malhas com tecidos de fibras de bambu, de toque suave e extra macio.
Estampas em preto e branco e Tie Dye. Pela primeira vez, a marca apresenta uma
linha de biquínis com detalhes em papel reciclado, em parceria com a JS Design
Sustentável: alças e detalhes.
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A ONNG, do Mato Grosso, estreia no salão
com uma coleção de 20 camisetas com tecidos desenvolvidos a partir de garrafas
PET recicladas, algodão orgânico e fibra de bambu. A grife, que começou como
uma loja multimarcas, hoje dedica 50% de sua produção a peças próprias.
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Já a designer Celeste Heitmann, do Pará,
vai apresentar uma bolsa de mão feita a partir de coadores de café. O material
passou por um tratamento especial e ganhou estamparia com acabamento de
camurça.
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Calçados Comparoni |
·
A marca de calçados Comparoni, da
Paraíba, vai levar para o salão sapatos produzidos com algodão ecológico – que
já nasce naturalmente colorido, sem uso de aditivos e corantes – e técnicas
artesanais. Os calçados e acessórios da marca são produzidos em um casarão
centenário no Centro Histórico de João Pessoa-PB. Desde que surgiu no mercado,
a empresa tem como foco desenvolver moda ecologicamente correta e socialmente
justa. A produção das peças contribui para azeitar uma cadeia produtiva
importante para a economia local. O trabalho artesanal com a renda renascença
envolve 400 mulheres reunidas em cinco associações no Cariri paraibano. O couro
de peixe, entre outros componentes, têm origem em Campina Grande, pólo do setor
calçadista do Nordeste.
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Adorei o blog, muito lindo, amei tudo. Parabéns mesmo, vou sempre estar por aqui. (:
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